Feira de Conhecimento da ATEP transforma aprendizado em experiências práticas e protagonismo estudantil 

Nos dias 25 e 26 de maio, a Escola ATEP realizou mais uma edição da sua tradicional Feira de Conhecimento, um momento em que o aprendizado desenvolvido em sala de aula ganha forma por meio de experiências práticas, apresentações e projetos construídos pelos próprios estudantes. 

Reunindo alunos da Educação Infantil ao Fundamental II, a feira abordou temas atuais e relevantes das áreas de História, Geografia, Ciências e Filosofia, promovendo uma aprendizagem interdisciplinar que estimulou a pesquisa, o pensamento crítico, a criatividade e o protagonismo dos estudantes. 

Segundo a diretora da escola, Edilene Guedes, a proposta da Feira de Conhecimento é justamente transformar o conteúdo estudado em experiências concretas e significativas. “A Feira de Conhecimentos é a ação em prática. É totalmente voltada ao que eles estudaram em sala de aula. Os temas são os conteúdos trabalhados durante o ano e esse momento projeta os alunos para frente. Quando eles apresentam seus projetos, desenvolvem segurança, autonomia e colocam em prática tudo aquilo que vivenciaram e aprenderam”, destaca. 

Aprendizado na prática

Mais do que uma exposição de trabalhos, a Feira de Conhecimento é um espaço onde os alunos assumem o papel de protagonistas do próprio aprendizado. 

Durante o evento, os estudantes foram responsáveis por pesquisar, organizar informações, construir materiais e apresentar os conteúdos para colegas, familiares e visitantes. Esse processo permite que o conhecimento deixe de ser apenas teórico e passe a fazer sentido na prática. 

Para a orientadora pedagógica Eloá Guedes, esse é um dos grandes diferenciais da proposta. “A Feira de Conhecimentos é composta pelas disciplinas de História, Geografia, Ciências e Filosofia. Neste ano, trabalhamos temas muito atuais e importantes. É um momento em que todos vivenciam os conteúdos de forma mais prática, tornando a aprendizagem mais significativa.”

Entre os assuntos apresentados estavam alimentação saudável, sistema solar, dengue, experiências químicas, migração, conflitos no Oriente Médio, ética, regras de convivência e diversos outros temas relacionados aos conteúdos estudados ao longo do semestre. 

Ciências: experimentos que despertam a curiosidade

Na área de Ciências, os trabalhos proporcionaram aos alunos a oportunidade de observar fenômenos científicos de maneira prática e interativa.  

Os estudantes do 1º ano desenvolveram uma campanha de conscientização sobre prevenção ao piolho, abordando cuidados com higiene e hábitos saudáveis. Já o 2º ano apresentou pesquisas sobre o Sistema Solar, explorando os planetas, o movimento do Sol e a observação do céu. 

O 3º ano trabalhou a prevenção à dengue, conscientizando sobre os riscos do mosquito Aedes aegypti e as formas de combate aos focos de proliferação. 

No 4º ano, os alunos apresentaram experiências sobre misturas homogêneas e heterogêneas, enquanto o 5º ano realizou diversos experimentos relacionados às transformações da matéria. 

No Fundamental II, os trabalhos ganharam ainda mais complexidade. O 6º ano apresentou atividades sobre as camadas da atmosfera e realizou o experimento “Submarino na Garrafa”, demonstrando conceitos relacionados à pressão. 

O 7º ano chamou a atenção com o experimento “Baiacu”, em que a reação entre bicarbonato de sódio e vinagre produzia gás carbônico, inflando uma bexiga automaticamente. 

Já o 8º ano utilizou os mesmos princípios químicos para simular uma erupção vulcânica, enquanto os alunos do 9º ano exploraram diferentes tipos de reações químicas por meio de experiências como a lâmpada de lava, reações efervescentes e demonstrações relacionadas à combustão e à pressão atmosférica. 

História, Geografia e Filosofia: reflexão, cultura e cidadania 

Nas disciplinas de História, Geografia e Filosofia, os estudantes mergulharam em temas que estimularam a reflexão crítica sobre o passado, o presente e o futuro. 

No 1º ano, os estudantes trabalharam a construção da própria identidade e da história familiar. O 2º ano apresentou projetos sobre regras de convivência, respeito e empatia, utilizando maquetes e materiais recicláveis. 

Os alunos do 3º ano exploraram manifestações culturais brasileiras, como carimbó, samba e frevo, enquanto o 4º ano abordou temas relacionados à rosa dos ventos, agricultura e pinturas rupestres. 

Já o 5º ano desenvolveu projetos sobre fronteiras e direitos civis, reforçando valores como respeito, inclusão e cidadania. 

O 6º ano apresentou estudos sobre as civilizações maia, asteca e inca, além dos relevos brasileiros, explorando aspectos históricos, culturais e geográficos. 

O 7º ano desenvolveu trabalhos sobre conexões continentais, influências na cultura brasileira e transformações sociais ao longo do tempo, incentivando a compreensão das relações entre diferentes povos e culturas. 

Já os alunos do 8º ano realizaram um teatro sobre a Independência do Brasil, analisando diferentes perspectivas históricas sobre o processo de independência. Na Filosofia, promoveram um tribunal temático sobre ética moderna, discutindo assuntos como inteligência artificial, cyberbullying e ética ambiental. 

No 9º ano, os estudantes abordaram temas complexos e atuais, como os conflitos no Oriente Médio, a relação entre cultura, religião e política na região, além dos impactos humanitários das guerras e dos desafios enfrentados por refugiados. 

Também foram apresentados trabalhos sobre o Estado Novo, por meio de um jornal e de um museu temático, e debates sobre ética na guerra, que estimularam reflexões sobre direitos humanos e responsabilidade moral. 

Escola ATEP: pesquisa, criatividade e protagonismo na aprendizagem

Ao pesquisar, construir projetos, resolver problemas, trabalhar em equipe e se comunicar em público, os estudantes exercitaram habilidades que serão importantes ao longo de toda a vida escolar e profissional. 

A cada edição, a Feira reafirma o compromisso da Escola ATEP com uma educação que valoriza o protagonismo do aluno, a aprendizagem significativa e a formação integral. Ao transformar conhecimento em experiência, a escola mostra que aprender vai muito além dos livros: é vivenciar, experimentar, refletir e compartilhar descobertas.

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